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Suplementação de ácido linoléico conjugado não maximiza o desempenho

​Pessoal olha que bacana esse artigo que recebi do grupo gepemen da Uel publicado em novembro de 2016 na revista Brasileira de Nutrição (Rev. Nutr., Campinas, 29(6):785-795, nov./dez., 2016 ). O titulo do estudo esta assim: Suplementação de ácido linoléico conjugado não maximiza o desempenho motor e a perda de gordura de tronco e abdominal induzida pelo treinamento aeróbio em mulheres com excesso de peso.





Muita gente ainda acha que o LA (acido linoleico é top e ajuda a queimar gordura abdominal , como e falado por empresas e lojas de suplementos) . O Objetivo do estudo foi Analisar o efeito de oito semanas de suplementação de ácido linoléico conjugado no desempenho físico e Tronco e gordura abdominal em mulheres com sobrepeso submetidas a um programa de treinamento aeróbio.

Foi selecionado Vinte e oito mulheres com excesso de peso (índice de massa corporal ≥ 25 kg/m2) e separadas aleatoriamente por meio de um delineamento duplo cego para receber suplementação de ácido linoleico ou placebo associado a um programa de exercícios aeróbios (frequência = três sessões semanais, duração=30 min/sessão, intensidade= 80% da frequência cardíaca máxima). A suplementação de ácido linoleico (3,2 g) ou de placebo (4,0 g) foi consumida diariamente (quatro cápsulas), durante oito semanas.

A variável da velocidade máxima atingida e tempo de permanência até a exaustão foram determinadas em teste incremental em esteira. A gordura de tronco foi estimada por absortometria radiológica de dupla energia. A circunferência de cintura foi utilizada como indicador de gordura abdominal.

Sendo assim o efeito principal do tempo (p<0,05) revelou aumento da velocidade máxima atingida (suplementação de ácido linoleico=+6,3% versus placebo=+7,5%) e tempo de duração até a exaustão (suplementação de ácido linoleico=+7,1% versus placebo=+8,6%) em teste incremental em esteira, sem diferenças entre os grupos (p>0,05). De forma similar, uma redução significante (p<0,05) na gordura relativa de tronco (suplementação de ácido linoleico=-1,7% versus placebo=-1,5%) e na gordura abdominal (suplementação de ácido linoleico=-4,7% versus placebo=-4,0%) foi encontrada após oito semanas de intervenção, sem diferenças entre os grupos (p>0,05).

Os resultados do presente estudo sugerem que a suplementação de ácido linoleico não maximiza o desempenho motor e a redução da gordura de tronco e abdominal induzida pelo treinamento aeróbio em mulheres com excesso de peso.



Escrito por Gabriel Baú

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