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Intensidade do exercício e emagrecimento.

Existe uma relação entre eles?




Já está bem estabelecido que a intensidade do exercício é um dos principais fatores determinantes da taxa de oxidação de lipídios durante o exercício (Sidossis et al., 1997: Friedlander et al., 1998; Thompson et al., 1997; Romijn et al., 2000). 


Durante o exercício de intensidade baixa (cerca de 25% do VO2máx), a oxidação lipídica absoluta é menor comparada com a do exercício de intensidade moderada (cerca de 65% do VOmáx), que é menor, por sua vez, do que a do exercício de alta intensidade (85% do VO, máx) (Romijn et al., 1993), ou seja, existe, portanto, uma intensidade de exercício em que ocorre uma taxa máxima de oxidação dos lipídios. Com isso, a manipulação das intensidades do exercício, para prevenção e tratamento sobrepeso e da obesidade, possui significativa consideração tanto para o público geral como para os profissionais da área de saúde. (Thompso et al., 1998).


Um estudo publicado cm 2002 por três grandes pesquisadores na área de metabolismo são do exercício, Juul Achten, Michael Gleeson e delincada Asker E. Jeukendrup, buscou determinar a intensidade de exercício e a taxa de oxidação de lipídios, que os pesquisadores chamaram de Fat. Dezoito ciclistas participaram de testes com diferentes cargas constantes. Por meio disso, a maior taxa de oxidação de lipídios foi equivalente a 64 4% max e a 74 + 3% da FC (máx frequência de trabalho e duração e do VO cardíaca máxima). Foi determinada, também, uma zona de trabalho com maior oxidação lipídica, que compreende a intensidade de exercício em que a taxa de máxima oxidação lipídica esteja ente 10% ou abaixo da taxa máxima (FATmax) ou seja, entre 55% e 72% do VO2 máx indivíduos avaliados (Achten et al. 2002). 


Essas evidencias surgem com a combinação de diferentes intensidades de exercícios para uma maior oxidação de lipídios. Portanto, a realização de uma sessão de exercício de maior intensidade antes de outra de menor intensidade, seja essa primeira sessão de exercício aeróbio ou resistido (de força), parece ser uma importante estratégia que pode ser recomendada. Essas evidências sugerem a combinação de diferentes intensidades de exercício para um maior gasto energético total e uma maior utilização de lipídios durante o exercício aeróbio subsequente buidor, porém de curto prazo, para maior gasto energético e consequente promoção do emagrecimento. 

O estresse inflamatório que, sem dúvida, é maior em exercícios na síntese proteica, despende enorme gasto energético, podendo manter-se por horas ou até dias. O fato é que o EPOC após intensidades elevadas gera maior resposta de acordo com o nível do processo inflamatório gerado. Além disso, as via metabólicas que levam a esse processo também sofrem adaptações mediante manipulação das variáveis de treinamento.



Escrito por Gabriel Baú

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