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De onde vem suas gorduras acumuladas?

Para começarmos a serie de textos sobre emagrecimento, devemos entender de onde vem o acumulo de gordura que só cresce ano a ano, ou você acha que engordou apenas com o excesso de comida de ontem anoite? Por favor, né.




Primeiro texto da serie #EMAGRECENDOCOMBAU

Escuto tantas coisas com tema relacionado a emagrecimento, é tanto absurdo que nem da vontade de escrever mais sobre isso, sabe por quê?


Porque vocês já sabem o que tem que fazer e não fazem, preferem ler, escutar e pior, comprar produtos das blogueiras fitness que vendem um falso emagrecimento pra vocês.

Mas vamos lá, me intuito aqui e trazer pra vocês coisa seria e sem blablabla e se você não esta com vontade de ler sobre o tema, sugiro nem continuar, pois vai ter que entender primeiro o porquê de tudo, não vai dar receita de bolo a ninguém, não agora!

A obesidade e o excesso de peso são fenômenos que se alastram de forma descontrolada na sociedade moderna, acarretam imenso prejuízo econômico e prejudicam a vida de milhões de pessoas.

Além disso, há uma busca constante de meios eficientes de reduzir a gordura corporal com finalidades estéticas. No entanto, apesar da perda de gordura ser um objetivo muito comum, os métodos atuais não têm sido capazes de emagrecer a maioria das pessoas.

 

E isso se deve ao fato de adotarmos uma abordagem inadequada e um paradigma muito limitado para abordar o problema.

 

Atualmente, a obesidade é considerada  um problema serio na sociedade, que causa varias doenças metabólicas, é tão serio que é um dos maiores problemas de saúde pública. Sua complexidade e causas têm desafiado diversos especialistas da área de saúde (Nutrição, Educação Física, Psicologia, Medicina, etc).

 

Segundo o National Institutes of Health, um indivíduo é considerado obeso quando a quantidade de tecido adiposo aumenta numa proporção capaz de afetar sua saúde física e psicológica, diminuindo a expectativa de vida.

Além de causar sofrimento a diversas pessoas, o impacto econômico do excesso de peso é alto. Nos países industrializados, os gastos com doenças relacionadas direta ou indiretamente à obesidade na idade adulta consomem entre 1% e 5% de todo orçamento de saúde pública (Kortt et al., 1998).

No Brasil, os custos com hospitalização associada ao excesso de peso representam 3,02% dos gastos em homens e 5,83% dos custos em mulheres com idade entre 20 a 60 anos (Sichieri et al., 2007).

Informações mais recentes provenientes da VIGITEL revelaram que em 2013, 50,8% da população brasileira estava acima do peso e 17,5% estava obesa.

Entre as crianças, a estimativa é que 39% estejam acima do peso. Esses valores têm preocupado os especialistas, pois existe uma chance entre 50 e 70% dessas crianças chegarem à idade adulta obesas e com problemas de saúde (Monteiro et al., 2003).

Esse incremento de mais de 400% pode ter sua causa relacionada à diminuição da atividade física e aos maus hábitos alimentares, pois as crianças estão trocando brincadeiras e práticas desportivas por computadores, televisão e jogos eletrônicos; além de substituírem a alimentação saudável por alimentos industrializados.

Aprática de exercícios deve ser incentivada desde a infância. Criar o hábito e o interesse por uma vida ativa pode trazer benefícios do ponto de vista educacional e social, além de proporcionar prevenção não somente da obesidade, mas de várias doenças, como hipertensão arterial e diabetes (NIH, 1998; Wilmore & Costill, 2001).

Entretanto, faz-se necessário que as atividades físicas sejam eficientes e promovam alterações fisiológicas capazes de tratar e prevenir a obesidade. Entender como o exercício acarreta o emagrecimento facilitar a busca por programas mais eficientes e que demandem menos tempo, algo que não está sendo possível dentro das abordagens adotadas atualmente, como veremos adiante.

 

 

Referencias:

Kortt MA, Langley PC & Cox ER. (1998). A review of cost-of-illness studies on obesity. Clinical therapeutics 20, 772-779.

NIH. (1998). Clinical Guidelines on the Identification, Evaluation, and Treatment of Overweight and Obesity in Adults--The Evidence Report. National Institutes of Health. Obes Res 6 Suppl 2, 51S-209S.

Monteiro CA, Conde WL & de Castro IR. (2003). [The changing relationship between education and risk of obesity in Brazil (1975-1997)]. Cad Saude Publica 19 Suppl 1, S67-75.

Sichieri R, do Nascimento S & Coutinho W. (2007). The burden of hospitalization due to overweight and obesity in Brazil. Cad Saude Publica 23, 1721-1727.



Escrito por Gabriel Baú

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